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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Melhor ser sozinha do que viver num mundo desses

Recebi essa "maravilha" hoje, por e-mail.
Já havia bloqueado a pessoa em uma das contas, porque não aguento pérolas como essas.
Ele insistiu, em outro endereço de e-mail.
Ainda bem que não é uma pessoa do meu convívio, foi só alguém que conheci em algum evento, onde se trocam e-mails com todos.
Mas não sou burra nem ingênua de acreditar que não existem inúmeros, incontáveis, como ele. E elas, óbvio que aqui se incluem as mulheres.
E já vai um aviso: se vc concorda com o "autor" do e-mail:
me bloqueia, me unfolla, me erra, tá bom?
Bjs!
 
Repassando ...


É isso ai!!!

 RESPOSTA DE UM GAY AO MARCELO TAS E a PRETA GIL Depravada

ESTE É UM POSICIONAMENTO CORRETO, SENSATO E COERENTE DE UMA PESSOA
DIRETAMENTE ENVOLVIDA COM A QUESTÃO HOMOSSEXUAL.

 
  Repassando...
 Tenho 42 anos, sou gay, advogado e moro em Londres. Nunca sofri nenhum tipo
de discriminação em virtude de minha orientação sexual. E como gay, penso
que tenho alguma autoridade nesse assunto.

Primeiramente - e já contrariando a turba - gostaria de expressar minha
sincera simpatia pelo Sr. Bolsonaro, que no fundo deve ser uma pessoa de uma
doçura ímpar, apesar de suas manifestações "grosseiras e/ou politicamente
incorretas". Vou direto ao assunto.

  Nunca tive problemas em ser homossexual porque sou uma pessoa normal, como
qualquer heterossexual. Esse negócio de viver a vida expressando
diuturnamente sua sexualidade é uma doença. A sexualidade é algo que se
encontra na esfera da intimidade e não diz respeito a ninguém.

  Não tenho trejeitos e não aprecio quem os tem. Para mim, qualquer tipo de
extremo é patológico. Minha vida é dedicada e focada em outras coisas.
Outros, como doentes que são, vivem a vida focados na sexualidade. O machão
grosseiro e mulherengo ou a bicha louca demonstram bem estes extremos.
Qualquer tipo de pervertido ou depravado (como a Preta Gil), o pedófilo,
etc, estão neste barco.

  Nunca fui numa parada gay e jamais irei, pois para mim aquilo é um circo de
horrores, uma apologia à bizarrice e à cocaína - sejam francos e falem a
verdade! Hoje aplaudimos o bizarro e a perversão doentia e ainda levamos
nossos filhos pra assistir. Se a parada gay realmente fosse um ato político,
relembrando sua real importância histórica, muita bem caberia no carnaval -
abrindo o desfile das escolas de samba. Muito mais apropriado.

  Está rolando sim, um movimento das bichas enlouquecidas, no sentido de
transformar o mundo num grande puteiro-hospício gay. Eu tenho um sobrinho de
11 anos e nunca senti a necessidade de explicar para ele que o "titio é
gay" - isto é uma palhaçada. As crianças devem ser educadas no sentido de
respeitar o próximo e ponto. Isto engloba tudo.

  Se pararmos para olhar como o mundo se encontra, temos que reconhecer que o
modelo de educação que se desenvolve há décadas foi criado no sentido de
deseducar e desestruturar cultural e intelectualmente as massas.
Universidades por todo mundo vomitam milhões de pseudos-intelectuais todos
os anos, mas tudo piora a cada dia e caminhamos a passos largos para o
buraco. Todos os governos do mundo conspiram contra seus próprios cidadãos e
se transformaram em grandes máfias, junto com os Bancos e as Corporações
estão levando tudo, inclusive (e principalmente) nossa própria humanidade. A
corrupção se alastra pelo globo e nunca vimos tantas guerras e descrições
que vão desde o aspecto moral, até o material - a destruição de nosso
próprio planeta.

  A coisa está tão feia, mas tão feia, que somente uma intervenção "divina" é
capaz de frear nossos insanos governantes e a turba alucinada. Vejam a
quantidade de manifestações de OVNIS pelo mundo. O “disclosure” é iminente.
2012, como símbolo de transformação está aí e a peneira vai passar.

  Não crucifiquemos o pobre do Bolsonaro. Tenhamos o entendimento de que seu
comportamento é um grito de agonia de alguém que está lá para fazer o seu
papel, pois se ninguém disser um chega BEM ALTO a coisa sairá dos limites -
como já está saindo. Ele é sim a expressão de milhares e milhares de
pessoas, para não dizer milhões. Ele pode ser meio atrapalhado, mas não está
errado não. E tenho certeza que esse blá-blá-blá de dar porrada no filho se
for “viado” é só da boca pra fora. Ele é uma pessoa boníssima. Eu tenho
certeza disso.

  O mundo precisa de amor e filosofia, não de mais ódio e fanatismo.
 
."..É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião que desejamos.
É graças aos soldados, e não aos jornalistas, que temos liberdade de imprensa.
É graças aos soldados, e não aos poetas, que podemos falar em público.
É graças aos soldados, e não aos professores, que existe liberdade de ensino.
É graças aos soldados, e não aos advogados, que existe o direito a um julgamento justo.
É graças aos soldados, e não aos políticos, que podemos votar..."
BARACK OBAMA 
PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA EM DISCURSO NO MEMORIAL DAY

Enganam-se aqueles que pensam que as Forças Armadas estão despreparadas ou desatentas
com os destinos do Brasil.

FIZEMOS ONTEM, FAREMOS SEMPRE!

sábado, 3 de setembro de 2011

O livro mais assutador, a realidade ainda mais aterrorizante

Quando tinha dez anos, li um livro de terror, tipo Stephen King, que era do meu pai.
Foi aterrorizante. Era a história de uma mãe que se separa, após perder a filha, e vai morar em uma casa assombrada. E a gente não sabe se é assombrada mesmo, ou se é a mulher que é assombrada por fantasmas do passado. No meio do livro, descobrimos que a filha  morreu após engasgar, e a mãe tentou fazer uma traqueostomia de emergência, mas acabou cortando a garganta da menina... E o fantasma da menina aparece, e ainda tem uma menina psicopata que mora na vizinhança... Muito terror mesmo. Lembro de uma cena na qual a menina, loirinha, mais ou menos dez anos, coloca um passarinho entre as hastes de uma roda de bicicleta, e pedala, despedaçando o passarinho. Horrível.

Durante muito tempo, foi o livro mais assustador que já li. Mesmo Carrie e Christine, o carro assassino, ambos do King, não me aterrorizaram tanto. Crianças diabólicas e crueldade contra animais, no mesmo livro, foi demais.

Até que, há pouco mais de um ano, comprei, na esteira de Elite da Tropa, o livro, e Tropa de Elite, o filme, um livro que se chama Sangue Azul: Morte e corrupção na PM do Rio.

E fiquei simplesmente paralisada de terror.
Eu sou policial. Não sou, nem posso ser, ingênua. Sei que coisas horríveis acontecem. Nunca vi, mas sei. Todos sabemos.
Execuções.
Corrupção.
Extermínio.
Tráfico de drogas, prostituição, tráfico de armas.
Extorsão.
Assassinatos.
Estupros.
Tudo isso, feito por quem deveria servir e proteger.

O livro conta a história, supostamente e provavelmente verídica, de um pm do RJ, que adotou o pseudônimo "Rubens".

É um livro horrível.
Conta, em detalhes, como um jovem entra para a polícia com as melhores intenções, e é engolfado pela onda de crimes e violência, não que deve combater, mas à qual deve aderir, para sobreviver.
Não há glória.
Não há redenção.
Não é como Elite da Tropa, quando mesmo com as denúncias de mazelas infinitas, ainda há vislumbres de que algo pode mudar, para melhor.


Em Sangue Azul, nada melhora.
O livro logo no começo descreve uma cena de estupro, de um grupo de policiais contra duas meninas da favela, ao lado do corpo sem rosto do traficante executado.
E só piora. Piora, piora, piora.


Pior que falecerf fisicamente, é o que eu sinto por dentro. Melhor, o que eu não sinto. Além do medo, não sinto mais nada. E quanto o medo acabar, só me restará a morte.

Não é um livro bem escrito.
Mas é assustador.
Me faz pensar que a realidade é ainda mais aterrorizante que qualquer livro.

domingo, 3 de abril de 2011

Pela memória e pela vida: Desarquivando a história viva do Brasil

Esta semana, a Niara de Oliveira está organizando a terceira edição de blogagems coletivas pela abertura dos arquivos da ditadura. As postagens tem sido excelentes, e ao final citarei alguns links. Os autores tem diversas origens, formações e consequentemente, olhares distintos, mas com um único objetivo. Esse texto, lançado na terceira edição, tem mais a ver com a temática da segunda edição, mas o postarei mesmo assim, porque é a temática do meu dia-a-dia.

Fiquei pensando no que eu poderia contribuir. Quem sou eu, na ordem do dia? Ninguem.
Minha experiência, todavia, com a luta pelos direitos humanos, que começou antes da faculdade de Direito, e prossegue enquanto Delegada de Policia, exigiu que eu falasse, nem que apenas para desabafar.


Cena 1 – O ano: 1982. Minha tia, professora da rede estadual, chegando em casa encharcada e assustada. Motivo:  ela participava das manifestações dos professores. Levou gás e mangueiradas dágua. E deu sorte, porque não foi pisoteada por cavalos. Muitas e muitos colegas o foram. Cavalos da cavalaria da PM, a serviço da repressão ,do governador mineiro, Francelino Pereira.

Greve em BH, em 1979
 
Cena 2 – O ano 1992. Dez anos depois, eu, com 15 anos, fui às manifestações pelo impeachment do então presidente Fernando Collor. Meu pai, que não acredita na ditadura, e sim na ditabranda, queria me impedir de ir. Minha mãe, professora também ela (me levara para apoiar aos professores Ramon e Durval Angelo, este atualmente combativo deputado estadual, faziam um protesto pacífico, através de greve de fome, em algum ano da década de 80, pré-diretas) conversou com ele, e fui. Mas somente depois que meu tio, que foi detetive da Civil, e já era aposentado, consultou uns amigos do extinto DOPS/MG, e tomou conhecimento de que não havia nenhuma previsão de intervenção policial ali, que era uma “bobagem desses meninos, deixa prá lá”. 


Cena 3 -  Ano: 2000. Faculdade de Direito da PUC-MG. Intervalo da aula. Um colega, policial militar, de família militar, se envolve comigo em um debate/discussão sobre o uso do termo “golpe” versus o termo “revolução”. O debate só foi aplacado quando a professora da disciplina Sociologia Jurídica chegou, e ao ser consultada, informou que sociologicamente, o termo revolução não se aplicava ao que ocorrera no Brasil em 1964. Explicou que foram poucos os episódios verdadeiramente revolucionários, na história da humanidade, e citou a Revolução Francesa, a Revolução do Haiti, a Revolução Russa e a Revolução Cubana.

Ultima cena -  O ano: 2006. Local: estande de tiro da Academia de Polícia Civil. Treino de manejo de arma de fogo, com uns revólveres velhos, com o brasão do DOPS e o ano – 1965. Pensei em quantas pessoas aquela arma matara, quantas ferira, quem a empunhara. E quase desisti de entrar para a aquela instituição, que sempre abominara.









Vamos lá!

Minha família é uma família comum. Avós fazendeiros (lado paterno) e operários (lado materno). Segunda geração, cheia de professoras (normal, profissão “de mulher”) e professores. Agricultores, pecuarístas, comerciantes, um  detetive de Polícia Civil. Terceira geração: médicos, advogados, jornalistas, engenheiros, publicitários, empresários, bancários, professores. Duas Delegadas de Polícia.
Temos gente à esquerda, ao centro, à direita. Temos quem defenda o regime militar, e quem o abomine com unhas e dentes. Não temos nenhum torturado, nenhum preso político. 

Quando eu cursava a faculdade, era uma das árduas defensoras dos direitos humanos, ferrenha mesmo. Acreditava na Constituição acima de qualquer coisa. Na sala de aula, dois oficiais da PM, um detetive da Civil. Colegas que iam de ônibus, e colegas que iam de Audi. Aquele cadinho cultural e social que deveria ser toda sala de aula. Tive ótimos professores, que estimulavam o debate, e péssimos professores, que nos faziam dormir e/ou passar raiva.
Anos depois, já Delegada de Polícia, reencontrei alguns colegas, em um reencontro. Um dos oficiais estava presente, e achou o máximo eu ter entrado para a Polícia. Outro rapaz, namorado de uma colega, “paisano”, me cutucou: “você pagou a língua, hein, Renata?”. E eu: Como assim? Não entendi. Ele: “Mas logo você, tão defensora dos direitos humanos, virou polícia!” Eu, na lata: “Mas em que outro lugar eu poderia fazer mais pelos direitos humanos do que na polícia?” E aí, o colega militar concordou. Estávamos juntos, naquele momento, contra uma imagem que é comum: a polícia como a maior violadora dos direitos humanos.

Nesta semana, devido à discussão sobre o golpe, entrei em um microdebate com dois jovens (assim como eu, ou mais jovens!) policiais do meu Estado. Não discuti pelo twitter, não acho que lá caberiam todos os meus argumentos e mais que isso, minhas percepções sobre o tema.

O Marcelo Semer, Juiz de Direito, escreveu aqui, no dia 30 de março, sobre como a falta de punição aos torturadores do período de ditadura militar colabora para a continuidade dos abusos policiais na atualidade. (parentese necessário: alguns podem pensar que pelo fato de eu ser da Polícia Civil, eu minoro ou ignoro os abusos cometidos pela instituição. Não. Nunca. No entanto, não podemos esquecer que mesmo que o golpe tenha sido apoiado por alguns segmentos sociais, e tenha contado, como contou, com a participação de civis nas esferas de governo, não deixou de ser um golpe militar. Isso não é ofensa aos policiais militares, e não ignoro nem desconheço que houve sim, e muita, a participação da Polícia Civil no apoio e manutenção do governo de exceção (já escrevi sobre isso aqui)

O Thiago Beleza escrevera antes, aqui,  sobre o mesmo aspecto, sob perspectiva distinta.
E agora, tento eu, de outro lugar, escrever sobre o que penso e sinto sobre o mesmo tema.

Quantas vezes eu ouvi, de policiais civis, militares, federais e rodoviários federais, guardas municipais e principalmente, de cidadãos não operadores de segurança pública, que “antigamente é que era bom”.

Como assim? Muitas vezes, ouço isso de pessoas mais jovens do que eu!
Quando ouço pessoas como os filhos do Bolsonaro defenderem um regime sob o qual não viveram, fico passada. E penso: por que? Por que ainda ocorrem pensamentos assim?

E só posso pensar que é devido à falta de memória e de discussão aberta. Não me canso de ler e recomendar este texto. Se depois de discutido, no espaço público, e amadurecido o debate, ainda houver quem sinta saudade de regimes autoritários, sejam eles civis (vide Vargas, e olhem, ele voltou... ) ou militares, isso faz parte da democracia. Divergência, debate, coexistência de correntes antagônicas.
O que não pode persistir é o silêncio. E enquanto silenciamos sobre os fatos ocorridos no último período de exceção (1964/1985), silenciamos sobre os abusos cometidos hoje, em nome de uma (falsa) sensação de segurança. 

Em toda a América Latina, palco de golpes financiados pelo poderio norte-americano, mais ou menos violentos, a maioria dos países já abriu os arquivos e puniu os torturadores. Aqui, nem falamos em ditadura, afinal, perto da carnificina chilena, que matou Allende, dos assassinatos e sequestros em massa da Argentina, o que são nossos desaparecidos e mortos?
São filhas e filhos, pais e mães, irmãos e irmãs, amigos e vizinhos. Merecem o tributo da verdade, doa a quem doer.


Estamos em uma democracia jovem. Quantos períodos efetivamente democráticos tivemos desde a proclamação da República? Três ou quatro, que duraram menos de 20 anos. Estamos completando 22 anos da primeira eleição direta. Ainda temos que aprender a votar, aprender a cobrar nossos direitos e a respeitar nossas obrigações.

Tenho ainda esperança de que o Brasil vá conseguir seguir pelo caminho da democracia efetiva. Pelo caminho da igualdade e da divergência saudável e necessária.

Mas para isso, acredito sim, que além da punição aos torturadores e corruptos (ativos e passivos) do presente, é preciso punição aos torturadores do passado, que semearam essa mácula em nossa história, e que até hoje maculam a memória das instituições policiais, contaminando a formação policial e a própria atuação policial e judicial também!

A (as) policias ainda são usadas para reprimir manifestações legítimas sob o regime democrático. Quem leva a culpa???

Pela abertura dos arquivos, pela discussão e debate qualificados, pela memória e pela verdade.




P.S. Em qual regime ditatorial (de direita ou de esquerda) um servidor policial poderia escrever algo assim?

P.P.S:  tomei conhecimento de que a PMMG não comemora, ostensiva ou discretamente, o aniversário do golpe.  Mas creio que ainda existem professores nos cursos de formação que se referem ao episódio como revolução ou “golpe democrático”. Na Polícia Civil também. Já fui chamada de “comunista” e até hoje alguns policiais antigos e nem tanto, por motivos que vou lá eu saber, gostam de contar dos tempos (nem tão antigos) dos métodos “cemig-copasa-pirelli” de interrogatório. Pra quem não percebeu, choque, afogamente e porrada. Não aceito, não concordo e mesmo que eu, Renata, tenha vontade as vezes sim, de avançar em um pedófilo, em um agressor de mulheres ou em um latrocida ou torturador, eu, Delegada, jamais o farei. Isso é o que deve distinguir o profissional de segurança: o controle sobre as reações espontâneas e emocionais.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Querida, tem que trocar o refil!!


Se tem uma propaganda que me irrita, é essa!
Meu, pega a p@rra do refil e troca você mesmo, seu inútil!!!
E a frescura da dona, que não só vai rastejando "trocar o refil", como ainda vai com uma roupa de astronauta, como se lavar um banheiro (da casa) fosse o pior serviço do mundo???
Detesto muito mais passar roupa (confesso: não que eu passe) do que lavar banheiro!
P... que pariu!!!!

Essa propaganda é para a turma do Boris Casoy e cia, que acha que lixeiro é subalterno e mulher tb!

Up dating:
depois de postar esse tópico, vi no google que várias outras pessoas tb se irritam com essa peça, como este e este.
kkk